sexta-feira, 8 de novembro de 2013


Os trabalhos em Anaheim da Versão Restauração do Novo Testamento em português começaram em 17 de julho de 2006. Uma oferta generosa feita ao LSM para esse projeto (mais uma vez, evidência da mão do Senhor) permitiu que provêssemos um conjunto de escritórios, com mesas, computadores, impressoras e outros equipamentos de escritório. Os membros da equipe isolaram-se quase exclusivamente para completar o trabalho durante esses dois anos. Nosso sentimento no LSM, incluindo os membros da nova equipe formada, é que o trabalho inicial feito pelos irmãos no Brasil fora bem feito e deveria tornar-se a base para o produto final. Portanto, a equipe usou o máximo possível do trabalho que lhes fora transmitido. Contudo, eles conferiram cuidadosamente o que havia sido feito a fim de assegurar que tudo estivesse o mais exato possível segundo o original grego, constantemente, consultando as principais versões em português, incluindo a versão brasileira de João Ferreira de Almeida, Revista e Atualizada (2a edição, 1993 – Sociedade Bíblica do Brasil). Assim, de todas as maneiras pode ser dito que esse trabalho foi um labor entremesclado dos irmãos no Brasil e dos santos em Anaheim. Contudo, o LSM tem a decisão editorial final sobre cada palavra, tanto no texto como nas notas de rodapé, e assume total responsabilidade pela integridade da obra. O LSM tem a plena certeza de que a Versão Restauração do Novo Testamento em português é totalmente compatível com a Versão Restauração nas demais línguas. Durante todo o projeto, foi realizada uma supervisão editorial regular com o envolvimento da seção editorial, e, em momentos específicos do projeto, foram feitas conferências minuciosas de detalhes do Novo Testamento pela seção editorial do LSM. Podemos afirmar com segurança que a equipe tinha um só coração quanto a isso – produzir a Versão Restauração do Novo Testamento em português o mais próximo possível do texto grego e das Versões Restauração do Novo Testamento em chinês e inglês – e a seção editorial do LSM está plenamente convencida da alta qualidade dessa tradução, tanto do texto como das notas de rodapé.

2 comentários:

  1. O foco da restauração do senhor

    A pós à chamada ressurreição de Cristo , a Igreja foi Gerada, No dia de pentecostes, três mil pessoas creram no senhor Jesus e foram batizadas ( Atos 2: 37- 41 ).Como elas viviam? Elas perseveravam no ensinamento dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações ( v . 42 ). Há portanto, na vida da Igreja a reunião do partir do pão, que também chamamos de mesa do senhor e ceia do senhor”, Em 1 coríntios 11: 20, ) ele fala da “ceia do senhor”,. Na nossa experiência desfrutamos ambas ao mesmo tempo , quer dizer, enquanto partimos o pão desfrutamos tanto a mesa do senhor como a ceia do senhor. Porém na realidade, existe uma distinção entre esses dois termos, visto que na palavra ele se apresenta em duas seções separadas como referido acima: uma que fala da mesa do E Paulo continua: No capítulo 11: de 1 coríntios "Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem. Porque se nós julgássemos a nós mesmo não seríamos julgados. Mas quando julgados seremos disciplinados pelo senhor para não sermos condenados com o mundo. Assim, pois, irmãos meus (vs 30-34-a ). Devemos mudar de postura, mudar de paradigma. Se a nossa vida da igreja tem sido de determinada forma até hoje, e se essa forma não vai cooperar para trazer o senhor de volta, está na hora de nos arrependermos, de assumir uma nova postura diante do senhor. Que nossa vida Cristã e nossa vida da igreja sejam para a ceia do senhor, para administração de Deus! Que não vivamos mais para nós mesmos, para a nossa satisfação, mas para a satisfação do senhor! Somos servos e somos mordomos. Queremos servir ao senhor para trazer o seu reino a terra e para que Ele cumpra a sua tarefa mais cedo. Quando chegar, na segunda vinda, Cristo vai ter o maior prazer de receber o reino aqui e entrega-lo para Deus Pai. Assim, Ele terminará toda sua tarefa, e, juntos, desfrutaremos alegria e o gozo. Jesus é o Senhor e outra, da ceia do senhor.
    Reportando-nos ao capítulo 10, verificamos que no versículo 14 Paulo faz uma introdução cujo texto parece deslocado do contexto , pois em vez de ele dizer; “portanto, meus amados, vamos celebrar a mesa do senhor, vamos para a reunião do partir do pão”, ele fala: “Portanto, meus amados, Fugi da idolatria”. É um pouco difícil de entender. Porque a mesa do senhor, o cálice e o pão estão inserido no contexto da idolatria? Todavia, deixaremos por enquanto esse aspecto negativo relativo a idolatria, e falaremos dos aspectos positivos no tocante a mesa e a ceia do senhor.

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  2. PREFÁCIO Os capítulos neste livro são extraídos de mensagens dadas por Witness Lee em Irving, Texas, no outono de 1983. Eles cobrem a revelação básica e fundamental contida na Palavra de Deus. A Bíblia como a completa revelação divina é profunda, e embora revele muitas verdades, sua revelação essencial abrange sete verdades. São elas: O plano de Deus, a redenção de Cristo, a aplicação do Espírito, os crentes, a igreja, o reino e a Nova Jerusalém. O plano de Deus inclui Seu bom prazer, Seu propósito, e Sua economia divina com Sua eleição, predestinação e criação do homem. Tudo o que Deus planejou foi cumprido por meio da redenção de Cristo. Para o cumprimento da redenção, Cristo deu quatro passos principais — encarnação, crucificação, ressurreição e ascensão. O Espírito todo- inclusivo que dá vida aplica tudo o que o Pai planejou e tudo o que o Filho cumpriu aos crentes, que são os componentes da igreja, a qual é o objetivo de Deus. O reino é a esfera ou o domínio onde Deus leva a cabo o Seu propósito, cumpre Sua vontade, exerce Sua justiça, exibe Sua multiforme sabedoria e governa em Sua vida. A Nova Jerusalém é a conclusão da revelação completa de Deus em Sua economia. Ela é a consumação final e máxima da obra de edificação de Deus ao longo de todas as gerações. Aqueles de nós que estávamos nas reuniões quando estas mensagens foram dadas nunca poderemos esquecer a profundidade da revelação que fluiu. Muitos de nós sentimos que, pela primeira vez, vimos verdadeiramente a essência da revelação divina. A visão concernente a todas estas verdades preciosas foi profundamente trabalhada para dentro de nós enquanto a Palavra estava sendo aberta. Esta é uma palavra que todos os filhos do Senhor necessitam ouvir, e oramos para que o conteúdo deste livro seja uma palavra oportuna para muitos. Adoramos ao Senhor, pois Ele nos tem falado tal palavra todo-abrangente por intermédio de nosso irmão; e que ela possa tornar-se disponível a todos neste momento. Precisamos orar e ter comunhão sobre todos os versículos e assuntos contidos nos capítulos seguintes, confiando no Senhor a fim de que nos conceda uma visão clara sobre a revelação básica nas Escrituras Sagradas. Que o Senhor conceda a cada um de nós um espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento de todas essas verdades e que possamos experiencialmente entrar na realidade de cada uma delas. Oramos também para que essas mensagens produzam muitos frutos em toda parte da terra

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